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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

4 Previsões para Electrónica de Consumo em 2011

É aquela altura do ano, em que se fazem previsões para o próximo ano, por tudo e por nada.

Esta parece-me interessante.

A fonte (Mashable) merece-me crédito e o assunto é relevante.

Dizem estes amigos que a evolução da informática vai continuar em 2011, como seria de esperar, mas em que sentido?

No passado, a informática passou dos centros de informática para a nossa secretária, desta para a nossa pasta e "colo" (laptops) e para o nosso bolso (smartphones).

Em 2011 vai continuar a estender-se para a nossa cama (sim, CAMA), o nosso carro, a nossa TV e para qualquer ecrã que nos caiba no bolso, ou na pasta.
  1. Ecrãs
    Cada vez mais, o "computador" vai ser o ecrã que estiver mais à mão: tablet, laptop (cada vez mais finos), TV. O rato e mesmo o teclado têm os dias contados, vamos cada vez mais fazer tudo no ecrã!
  2. Cama
    A popularização dos tablets vai tornar mais fácil levar trabalho, livros, filmes ou a net para a cama connosco... já estão a ver uma app que mostra carneiros a passar, uns atrás dos outros?
  3. Carros
    Vão andar cada vez mais ligados ao GPS, à net, ao nosso iPod, iPad, portátil,... e isso vai facilitar a vida do condutor na condução, na manutenção da viatura, na selecção de destinos (restaurantes, compras, urgências, ...). Existe aqui um mundo novo por descobrir!
  4. TV
    Se já vemos televisão no telemóvel, no laptop ou no iPad, é lógico que a televisão da sala nos comece a mostrar os melhor vídeos do Youtube (em HD, claro), ou que faça o download de filmes, séries ou jogos de futebol duma loja tipo iTunes, para vermos imediatamente. Este vai ser um mercado de muitos milhões!
O que acham destas previsões para 2011?

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

1 novo mercado, múltiplas novas oportunidades de negócio

A Apple anunciou que está quase a alcançar o primeiro milhão de Apple TVs vendidas.
Esta invasão das salas de estar vai, pelo menos é o que indicam os rumores, levar à criação duma espécie de app store para vender aplicações para a Apple TV.

Isto para uma empresa que acaba aquele que terá sido, provavelmente o seu melhor ano de sempre, em grande parte graças ao sucesso das lojas iTunes e App Store, para iPods e iPhones, respectivamente, representa uma possível nova fonte de receitas.

Note-se que essas receitas, para além de registarem um crescimento explosivo, já estão bastante diversificadas, não dependendo excessivamente do comportamento de nenhum dos produtos da empresa.



Mas para o resto do mundo, esta nova loja de aplicações para a Apple TV representa a abertura dum novo mercado. O que acontece na app store e na nova mac store pode servir de exemplo.

Qualquer um pode desenvolver aplicações para esta nova plataforma e, colocando-as à venda na loja da Apple, oferecê-la a qualquer consumidor que tenha adquirido um equipamento da Apple, neste caso uma Apple TV.

Fornecedor e consumidor podem estar em qualquer parte do mundo, talvez até em diferentes hemisférios, porque isso é irrelevante.
Com meia dúzia de cliques e um cartão de crédito, encontram-se e faz-se a transacção.

Isto sim, é um mercado global!

E vocês, estão prontos para esta nova era da distribuição?

(Novo livro a lançar no próximo mês: http://www.facebook.com/Distribuicao.Comercio)

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Sonhos, intenções e acções

Uns falam de sonhos e de intenções, que nunca passam do papel.
E, quando conseguem concretizar as intenções, dá em desastre.
Outros, anunciam os sonhos, apresentam as intenções e traduzem tudo isso em acções de sucesso.

De que falo?
Microsoft e Apple, para exemplificar.

A MS anunciou uns tais de tablet PCs, em Janeiro deste ano, quando se sabia que a Apple ia lançar o iPad.
Passou um ano e nada...
A Apple vendeu uns milhões de iPads, enquanto a MS... não lançou nada do prometido.
Noutros casos, lançou mesmo no mercado os produtos que anunciou, mas o desastre foi tão grande que os deixou de comercializar em poucos meses (Kin).

Agora anuncia novamente que vai lançar um Tablet PC, a correr o Windows 7, fabricado pela Samsung.


Será que sim?


A Apple, há dez anos que vem sucessivamente anunciando e lançando novos e inovadores produtos, que revolucionaram vários mercados (iPod, iPhone, iPad, ...).

Nem todos esses produtos foram um sucesso, mas a evolução das vendas e da valorização bolsista da Apple marca uma diferença notável em relação à MS, apesar desta ter, à partida, mais e melhores meios à sua disposição.

Acham que o mais importante, na inovação, é a geração de ideias ou a capacidade de as concretizar e fazer chegar ao mercado?

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Dar ao cliente o que ele quer

Desenvolver ideias de negócio não significa reinventar a roda (ou a pólvora, ou qualquer dos outros clichés habituais).

Significa, isso sim, criar soluções para os problemas das pessoas.

Para todos os novos produtos existe um ciclo de adopção. Nem toda a gente começa a comprar o novo produto ao mesmo tempo.
Os inovadores e os "early adopters" são geralmente os primeiros a entrar, porque são mais fáceis de cativar, mais abertos a novidades.

O problema está em convencer as pessoas "normais", a maioria dos potenciais utilizadores.

Isso consegue-se mais facilmente quando o produto é simples, fácil de entender e de utilizar.

Este exemplo parece cumprir esses requisitos, pelo menos a avaliar pelas reacções a esta experiência.

O problema é que muitas vezes o empreendedor está tão convencido que tem um bom produto (melhor, um produto excepcional), que se esquece que é preciso explicar as suas vantagens, é preciso torná-lo simples de entender, de utilizar...


Quantas vezes já viram novos produtos que são difíceis de entender? Já entenderam para que serve o Twitter?

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

15 startups aos 25 anos?

Quem disse que era preciso muita experiência e maturidade para criar empresas de sucesso?
Este miúdo de 25 anos já criou 15 empresas, algumas das quais já chegaram às dezenas de milhões de dólares de facturação.

Joshua Kushner é outro empreendedor saído de Harvard, como Bill Gates e Mark Zuckerberg, com a diferença que acabou o curso, ao contrário dos outros dois...

Claro que o homem também é um exemplo da importância que a família pode ter para o sucesso dum empreendedor. Pai, irmão mais velho, ... é uma família de peso.

Nada disto retira mérito a quem cria um sucesso do tamanha da Vostu.

Apesar de todo este sucesso, o miúdo acha que precisa continuar a estudar e está a fazer um MBA (em Harvard, claro).

E vocês, no lugar dele ainda estariam dispostos a queimar neurónios, com estudos?

domingo, 5 de dezembro de 2010

Hotels 2.0

No dia 30 de Novembro, tive o prazer de participar num seminário intitulado "Hotels 2.0 - Pensar Online", a convite a convite da HDM e do Henrique Henriques.

Aqui ficam os slides: