Sábado, 24 de Dezembro de 2011

14 nesta Festa de Natal

Está naquela altura do ano... Votos de Boas Festas a todos!!!


Fernando

Segunda-feira, 12 de Dezembro de 2011

2 prendas de Natal, seguindo Bono Vox

"Não sei se alguma vez vos disse isto, mas um livro é o melhor presente que uma pessoa pode dar a outra." Bono Vox

Agora que vem aí o Natal:

Sexta-feira, 11 de Novembro de 2011

O Tintin dos modelos de negócio

Este parece um livro de banda desenhada.
Não é!
É um livro de gestão, muito interessante e bem concebido.
É também muito original. Talvez demais!
Criar Modelos de Negócio Alexander Osterwalder, Yves Pigneur
Dom Quixote
ISBN 9789722044974
Nº Páginas 288


Os autores propõem uma estrutura gráfica para analisar o modelo de negócios duma empresa e assim poder mais facilmente pensar em formas de inovar nesse aspecto.
Graficamente, os autores propõem analisar 8 aspectos do modelo de negócios da sua empresa:
  • os segmentos de clientes (alvo);
  • a proposta de valor da empresa;
  • as relações com os clientes;
  • os canais;
  • os parceiros-chave;
  • as actividades-chave;
  • os recursos-chave;
  • a estrutura de custos;
  • os fluxos de rendimento.
Analisando estes elementos (uns têm mais a ver com a produção de valor e, portanto, eficácia, outros com a eficiência), podem-se tentar combinações inovadoras, para bater a concorrência.
Podem ainda definir-se alguns padrões, quando se analisam as empresas inovadoras:
1 - Desagregar negócios: negócios de relações com clientes, negócios de inovação de produtos, negócios de infra-estruturas (banca privada, telecomunicações móveis,...)
2 - Negócios de cauda longa (Lego, Youtube,...)
3 - Plataformas multilaterais (eBay, Visa, Google,...)
4 - Free (Metro, Skype,...) e Freemium;
5 - Modelos de negócio abertos (P&G, Glaxo,...);

Por tudo isto, e por parecer um livro de banda desenhada, esta é uma leitura recomendada para quem se interessa por empreendedorismo.
Deixe aqui as suas impressões sobre o livro.
Livro sobre empreendedorismo: http://www.facebook.com/Empreendedorismo
Livro sobre Distribuição: http://www.facebook.com/Comercio.Distribuicao
Site pessoal: www.fernando-gaspar.com

Terça-feira, 1 de Novembro de 2011

o segredo da autenticidade

A ideia principal deste livro é interessante: hoje em dia, às marcas não basta ter qualidade, não basta ser melhor que os outros, é preciso ser autêntico. The real thing.

AutorJames H. Gilmore e B. Joseph Pine II
EditoraActual Editora
ColecçãoHarvard
ISBN9789898101877
Nº Páginas416



O cliente começou por comprar o que estava disponível, depois passou a comprar o menor custo, a seguir entrou na era da qualidade e agora quer o que é autêntico.
Chegámos a um estado em que é possível qualificar, alterar e comercializar a realidade, como é exemplificado pelos programa de reality TV.
Assim, o livro propõe 3 axiomas da autenticidade:
1 - Se você é autêntico, então não precisa de dizer que é autêntico;
2 - Se você diz que é autêntico, então é melhor ser mesmo autêntico;
3 - É mais fácil ser autêntico se você não disser que é autêntico.

O problema de fundo é que o cliente quer as suas necessidades satisfeitas. Isto pode ser feito com matérias primas, produtos, serviços, experiências ou transformações.

As matérias primas podem ser mais autênticas se a empresa enfatizar a sua materialidade e procurar uma certa rusticidade. alimentos biológicos
Os produtos podem ser mais autênticos se parecerem antigos, restaurando o passado: chouriços "tradicionais".
Os serviços tornam-se mais autênticos se o prestador for franco e directo, se se concentrar na singularidade do cliente e se lhe dedicar tempo: médicos.
As experiências precisam evocar um tempo, ou um lugar e precisam de ser importantes e realistas para serem autênticas: jogos de vídeo como call of duty.
Finalmente, as transformações autênticas são as que se dirijem às aspirações dos clientes e adoptam a arte ou uma causa: Cirque du Soleil.

O que interessa realmente, para o sucesso duma marca, é a percepção de autenticidade. É o cliente quem determina o que é ou não autêntico.

O livro ainda fala da nova realidade do placemaking e da importância que já assume para muitas marcas: Legoland, Apple stores, ...
Curiosa ainda a forma como um livro sobre autenticidade aborda os fenómenos das falsificações e das imitações (são diferentes), no entanto, o ponto mais importante deste livro parece-me ser este:
Os verdadeiros proprietários das marcas são os clientes, não as empresas!
Concordam?

Segunda-feira, 31 de Outubro de 2011

A grande vantagem do atendimento on e offline: os apóstolos

O atendimento ao público pode fazer a diferença entre a sobrevivência e a morte dum estabelecimento comercial, de qualquer tipo.
Para uma loja de betão e vidro (offline) o atendimento é determinante para o seu sucesso:
  • a disponibilidade e a afabilidade dos vendedores é a melhor arma para cativar clientes;
  • exige-se, no entanto, que saibam sempre qual a prioridade do momento: construir relacionamento com os clientes ou despachar filas;
  • provavelmente, nunca fui tão mal atendido numa loja como num McDonalds no Soho, em Nova Iorque, no último verão. No entanto, não havia a menor fila nas caixas,...
  • na maioria dos stands automóveis deste país (sobretudo neste tempo de crise), o atendimento é cinco estrelas, o cliente não se sente a ser "despachado" e os vendedores não se esquecem de ligar nos dias seguintes.
Já numa loja online, o atendimento assume outras formas:
  • o "carrinho de compras", ou sistema de compra pode ser um ajudante ou servir para exasperar e afastar os clientes (veja o bom exemplo da Amazon);
  • o mesmo se pode dizer do sistema de pagamento;
  • as entregas e o serviço ao cliente (rapidez e pertinência das respostas), incluindo as listas de perguntas frequentes completa o bom atendimento à distância.
Em ambos os casos, o atendimento é uma ocasião única para criar uma boa imagem da marca e desenvolver um relacionamento com o cliente. Pode ser um relacionamento breve e meio impessoal (nas lojas com muito movimento) ou um relacionamento mais profundo e pessoal, mas é fundamental para conseguir a satisfação do cliente e fazer com que este "espalhe a palavra" com publicidade "de boca em boca".
Para as lojas online estão disponíveis uma série de instrumentos que as podem ajudar a transformar os seus clientes em apóstolos (pedir para classificar o produto, pedir para fazer uma revisão escrita, deixar testemunho, ou mais simplesmente "gostar", divulgar pelos amigos,...)
A sua loja está preparada para criar os seus próprios apóstolos*?

* Pode encontrar mais informação sobre buzz marketing, ou sobre criar apóstolos para a sua loja, no livro www.facebok.com/Comercio.Distribuicao

Terça-feira, 25 de Outubro de 2011

13 tipos de gente tóxica

O autor define 13 tipos de gente tóxica que pululam as nossas vidas (nas empresas, nas famílias, nos grupos sociais) e que interessa afastar.
Os culpabilizadores
Os invejosos
Os desacreditadores
Os agressivos verbais
Os falsos
Os psicopatas
Os medíocres
Os boateiros
Os chefes autoritários
Os neuróticos
Os manipuladores
                                                   Os orgulhosos
                                                   Os queixosos

O livro, curiosamente, segue uma tendência claramente descendente.
Começa com capítulos muito interesssantes, cheios de estratégias para lidar com esses tipos de pessoas tóxicas ou para as evitar, mas à medida que o livro avança, os capítulos finais pouco ou nada dizem sobre os últimos tipos de gente tóxica.
Dificil de perceber esta estrutura do livro.

Gente Tóxica
Como Lidar com Pessoas Difíceis e Não Ser Dominado por Elas
 
Bernardo Stamateas
ISBN 9788578600310
 
192 Páginas
1 Edição
Thomas Nelson Inc 2009


Dificil de decidir se vale a pena ler (e aconselhar a leitura).
Os primeiros capítulos valem a pena, mas depois...

Quarta-feira, 19 de Outubro de 2011

Montras On e Offline

O papel das montras no sucesso duma loja pode ser fundamental.
 
Pode contribuir para um factor decisivo no sucesso de muitas lojas: convencer o traseunte a entrar!
Como?
Tem de transmitir uma imagem que permita ao traseunte saber imediatamente porque razões há-de entrar naquela loja específica. Qual o tipo de produto, quais os benefícios desse produto,...
Para o efeito as boas montras utilizam diversos elementos para captar a atenção de quem passa e transmitir essa imagem:
  • a luz
  • a cor
  • o movimento
  • o produto chave
  • cartazes com preços
  • os símbolos da marca (ou marcas) mais importante(s).
Já numa loja virtual, a home page desempenha muitas vezes esse papel de "montra".
As pessoas vão parar à página inicial, vindas de diferentes origens, e graças a diferentes razões mas, para todas, é essencial para o sucesso da loja que não fiquem por aí, que naveguem pela loja e que comprem!


Para o conseguir, a página inicial deve incluir convites à acção, deve possibilitar um fácil acesso aos produtos,...
Torna-se, portanto, fundamental analisar o indicador bounce rate, para a página inicial da loja. Este indicador, fornecido pelo Google Analytics, consiste simplesmente na percentagem de visitantes que "foram embora", sem clicar em nada nessa página inicial.
Baixar o bounce rate da sua loja virtual pode fazer toda a diferença.
Sugestões para evitar que as pessoas vão embora sem nada fazer na sua loja?