Mostrar mensagens com a etiqueta apple. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta apple. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

O dia em que a Apple fechou a loja

Estava em obras.
Estive em NY e não pude admirar o exterior da loja da Apple, porque ... estava em obras. :(
Para além disso, pela primeira vez desde há muito tempo, a loja fechou um dia e meio. Razão? O furacão Irene e o encerramento dos transportes públicos na cidade.
Tirando esta excepção metereológica, a loja está aberta 24h/dia, 7 dias/semana, mesmo com as obras em curso.
Porquê? Perguntou o meu filho mais velho, com aquela cara que diz "sim, tu que és professor de marketing explica-me lá quem é que vai querer visitar uma loja durante a madrugada para comprar... telefones, computadores, leitores de mp3, tablets,..."

Porquê abrir 24h?
Não bastaria abrir nos horários normais?

Para lhe responder, voltei lá com ele depois da meia-noite, na véspera da chegada do furacão.
O que vimos?
Loja cheia, fila nas caixas e o mesmo frenesim que tínhamos observado antes, de gente a experimentar todos os equipamentos expostos, a navegar na net, a fazer chamadas pelo skype, a usar tudo,... e o furacão a aproximar-se!

As lojas próprias da Apple espalharam-se pelo mundo na última década (são já mais de 300), graças à acção de Ron Johnson, que entretanto dirige hoje a JCPenney (esta mudança foi mais uma prova do sucesso da rede de lojas próprias da Apple).
Esta rede tem dado um contributo importante para as vendas da marca, mas também para a sua própria imagem.
Quem visita uma loja da Apple não esquece! O serviço está pensado para combinar a tecnologia (para chamar um assistente, usa-se o iPad) com a formação dos assistentes, de forma a criar uma experiência para o visitante, que ele vai recordar.

Será por isso que estão abertos 24h? Para criar essa imagem da marca?
Ou será apenas por ser uma loja na "city that never sleeps"?
O que acham?

terça-feira, 7 de junho de 2011

3 lições dum livro encantador

Enchantment é o último livro de Guy Kawasaki. E é um encanto.
Lê-se lindamente, cheio de histórias que ilustram as ideias que pretende transmitir.
A tese central é simples: para vender, nos dias de hoje, é preciso encantar o cliente. É preciso ser encantador.
Claro que isso se aplica a várias situações na vida mas, especificamente para aplicação ao marketing duma marca, como se consegue ser encantador?

O livro diz-nos que, para conseguir encantar o cliente, precisamos de conseguir que ele, previamente:
  1. goste da marca;
  2. confie na marca
Guy demonstra assim a importância da primeira impressão que causamos no cliente e que isso deve ser extrapolado para a nossa marca.

Por outro lado, Guy organiza o livro em capítulos sucessivos, como se dum processo se tratasse.
Preparar, lançar, ultrapassar a resistência, fazer o encantamento durar e utilizar as tecnologias push e pull ao nosso dispor são passos para o sucesso na criação duma marca encantadora!
Tudo descrito com muito pormenor e ilustrado com histórias reais.

Finalmente, o livro apresenta um capítulo para aprender a encantar o chefe e outro sobre como resistir ao encantamento.
Um encanto de livro, que vale a pena ler.

Dele se podem retirar várias lições, mas sublinho as seguintes:
  1. O marketing actual tem de ser muito mais que publicidade;
  2. Agradar aos clientes e vender é hoje um desafio complicadíssimo;
  3. Trabalhar na Apple deve ser uma experiência de vida fantástica.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

1 novo mercado, múltiplas novas oportunidades de negócio

A Apple anunciou que está quase a alcançar o primeiro milhão de Apple TVs vendidas.
Esta invasão das salas de estar vai, pelo menos é o que indicam os rumores, levar à criação duma espécie de app store para vender aplicações para a Apple TV.

Isto para uma empresa que acaba aquele que terá sido, provavelmente o seu melhor ano de sempre, em grande parte graças ao sucesso das lojas iTunes e App Store, para iPods e iPhones, respectivamente, representa uma possível nova fonte de receitas.

Note-se que essas receitas, para além de registarem um crescimento explosivo, já estão bastante diversificadas, não dependendo excessivamente do comportamento de nenhum dos produtos da empresa.



Mas para o resto do mundo, esta nova loja de aplicações para a Apple TV representa a abertura dum novo mercado. O que acontece na app store e na nova mac store pode servir de exemplo.

Qualquer um pode desenvolver aplicações para esta nova plataforma e, colocando-as à venda na loja da Apple, oferecê-la a qualquer consumidor que tenha adquirido um equipamento da Apple, neste caso uma Apple TV.

Fornecedor e consumidor podem estar em qualquer parte do mundo, talvez até em diferentes hemisférios, porque isso é irrelevante.
Com meia dúzia de cliques e um cartão de crédito, encontram-se e faz-se a transacção.

Isto sim, é um mercado global!

E vocês, estão prontos para esta nova era da distribuição?

(Novo livro a lançar no próximo mês: http://www.facebook.com/Distribuicao.Comercio)

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Sonhos, intenções e acções

Uns falam de sonhos e de intenções, que nunca passam do papel.
E, quando conseguem concretizar as intenções, dá em desastre.
Outros, anunciam os sonhos, apresentam as intenções e traduzem tudo isso em acções de sucesso.

De que falo?
Microsoft e Apple, para exemplificar.

A MS anunciou uns tais de tablet PCs, em Janeiro deste ano, quando se sabia que a Apple ia lançar o iPad.
Passou um ano e nada...
A Apple vendeu uns milhões de iPads, enquanto a MS... não lançou nada do prometido.
Noutros casos, lançou mesmo no mercado os produtos que anunciou, mas o desastre foi tão grande que os deixou de comercializar em poucos meses (Kin).

Agora anuncia novamente que vai lançar um Tablet PC, a correr o Windows 7, fabricado pela Samsung.


Será que sim?


A Apple, há dez anos que vem sucessivamente anunciando e lançando novos e inovadores produtos, que revolucionaram vários mercados (iPod, iPhone, iPad, ...).

Nem todos esses produtos foram um sucesso, mas a evolução das vendas e da valorização bolsista da Apple marca uma diferença notável em relação à MS, apesar desta ter, à partida, mais e melhores meios à sua disposição.

Acham que o mais importante, na inovação, é a geração de ideias ou a capacidade de as concretizar e fazer chegar ao mercado?

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Miopia de marketing nórdica

A miopia de marketing não é um exclusivo do Steve Ballmer, todos sabemos disso.

Todos sabemos que o melhor exemplo dos últimos anos de miopia de marketing vem do norte da Europa, concretamente da Nokia.

Por algum motivo, "despacharam" o CEO.

Mesmo assim, vale a pena analisar o próximo gráfico, para perceber a dimensão dessa miopia.

Enquanto a Nokia ficava agarrada à liderança do mercado dos telemóveis, a Apple (sobretudo) e a RIM (Blackberry) iam tomando conta do segmento dos smartphones.

Em resultado disso, a quota de mercado (eixo horizontal) da Nokia pouco desceu.
As quotas de mercado da Apple e da RIM pouco cresceram.

Já quanto aos lucros (eixo vertical), a história é bem diferente...
chtFonte
As variações são quase simétricas... o que a Nokia perdeu, a Apple ganhou.

É a diferença entre a miopia e o ter um olho, em terra de cegos...

Acham que o novo CEO vai conseguir inverter esta tendência?

Se tiver conta no Twitter ou Facebook, partilhe (retweet ou like, respectivamente).
Vamos saber o que mais gente pensa sobre isto.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Motorola ao fundo?

Fala-se muito da insatisfação dos accionistas da Nokia com o CEO anterior, por estar a perder o mercado dos smartphones para a Apple. Estavam tão insatisfeitos que o despediram!

No entanto, seria curioso conhecer o que os accionistas da Motorola pensam  do seu CEO.

É que a Apple já ultrapassou a Motorola em vendas de telemóveis. Não de smartphones, mas do total de telemóveis.

Quem viu a Motorola e quem a vê.

Será que também vão despedir o CEO?




Acham que a rede de lojas próprias da Apple tem alguma influência neste desempenho das vendas?

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

iBike?

O mundo das empresas teconológicas deu numa de patentes.
Registam-se patentes aos montes, todos os meses surgem novas acções por abuso de patentes, agora até houve quem descobrisse que tinha patentes com vinte anos que estavam a ser violadas por... toda a gente (Facebook, Google, Apple,...)

No meio disto tudo, a Apple continua a registar patentes de produtos que, talvez, um dia venha a comercializar... ou não!

Esta é uma das mais curiosas dos últimos tempos:


Uma bicicleta + um iPod = uma iBike.

Interessados?

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

e o iPad não canibalizou os Mac

A juntar às notícias que mostram ter o iPad "comido" boa parte do mercado dos netbooks, surgem agora dados provando que os Mac continuaram a crescer significativamente.
Não terá, por isso, existido canibalismo entre os produtos da Apple.

Fonte

Isto no mesmo dia em que a Apple anunciou a renovação da linha de ultra-portáteis Mac Air.

Notável, no entanto, é observar o peso que o iPhone já tem nas receitas da Apple.

Definitivamente, a empresa "virou" um produtor de telemóveis (desculpem, smartphones), que também vende uns computadores e uns iPods e tal...

Há quem chame a isto gestão da carteira de produtos, e do respectivo ciclo de vida. Há também que lhe chame inovação com valor.

Eu chamo-lhe "máquina de fazer dinheiro"!

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Despedir o CEO 3

Será por isto que querem despedir o CEO da Nokia e o da Microsoft?



Se calhar, os accionistas da Nokia gostavam que a empresa continuasse a "arrecadar" os enormes lucros da indústria dos telemóveis, como acontecia no passado.

Gostavam, mas não têm sorte nenhuma!

A Nokia tem a maior quota de mercado, mas vende sobretudo telefones de gama baixa e média.

A Apple chegou à pouco tempo com o iPhone, mas domina o segmento dos smartphones, mais caros, com  maior margem...

Por isso, é a Apple quem "arrecada" os dólares. Os outros ficam a olhar... e a roer-se de inveja!

A Microsoft tenta entrar neste mercado há anos, com o seu sistema operativo (Windows CE) e com telefones próprios (Kin) e... nada dá certo.

Será por isto que querem despedir os homens?

E vocês? Acham que é justa causa?

terça-feira, 27 de julho de 2010

Despedir o CEO

Se calhar é por isto que se diz que o CEO da Nokia vai ser despedido...


Parece que os accionistas da Nokia gostavam de ver as suas acções a valorizar tanto como as da Apple.

Isso até aconteceu no passado, até setembro de 2008, mais ou menos.

A partir daí nunca mais as viram.

Deve ter qualquer coisa a ver com o iPhone...

Acham que estou enganado?

terça-feira, 8 de junho de 2010

Miopia de marketing

Quando a Apple ultrapassou a Microsoft em capitalização bolsista (há pouco tempo), o CEO desta última disse aos jornalistas que não estava preocupado porque 94 em cada 100 PCs vendidos, tinham Windows inside.

Na realidade, o senhor Balmer deu-nos mais um exemplo de miopia de marketing.

Está focado no produto (MS Windows) e perde de vista a necessidade que o mesmo satisfaz.

Se olharmos para o mercado dos sistemas operativos (computadores e smartphones e, agora, iPads) a quota de mercado da Microsoft está em queda acentuada.


Ninguém quer um sistema operativo. Não é um bem. Só compramos um, porque vem com a máquina. Essa é que satisfaz (ou não) as nossas necessidades.

As necessidades que dantes eram satisfeitas apenas por PCs (quando a Microsoft era dona do mercado), podem hoje sê-lo por outros aparelhos.

Ora, nesses aparelhos, a Microsoft não vende grande coisa (os smartphones são maioritariamente equipados com Symbian, Android ou Apple), pelo que está a ser ultrapassada.

Só que não vê isso, porque está com os olhos focados no produto.

Miopia.
De marketing.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

The Next Big Thing

Conhece o iFund?

Foi fundado em 2008 por duas empresas (Apple e a gestora de capitais de risco Kleiner Perkins) com US$100 milhões (entretanto duplicou), para investir em aplicações para iPods, iPhones e agora iPads.




Alguns dos gestores do fundo (John Doerr, Bing Gordon, Chi-Hua Chien), escreveram um artigo defendendo que o iPad não é apenas mais um produto de electrónica de consumo, mas constitui uma revolução comparável à introdução dos navegadores de internet, que tornaram possível que ela se tenha transformado no que é hoje.

O próximo quadro resume o argumento deles:



Para além de nele fazerem uma interessante história da evolução da tecnologia nos últimos 20 anos e de traçarem o que pensam ser o caminho para a evolução da mesma (mais desempenho das máquinas, mais personalização e interactividade, ...),o artigo de opinião deixa esta ideia base: o iPad é a "next big thing", a próxima revolução.

Também acham?

Têm ideia do que aquilo tem de "revolucionário"?

terça-feira, 11 de maio de 2010

225 milhões de iPods vendidos

Houve um tempo em que havia os leitores de mp3.

Depois (21 de Outubro de 2001) a Apple lançou o iPod e já ninguém fala em semelhante coisa. O iPod tornou-se o gadget de maior sucesso de sempre.

A marca (iPod) tornou-se sinónimo do produto (leitor de mp3), o que é talvez a maior prova de êxito que se pode conseguir no marketing.

Juntando a loja iTunes ao iPod, a Apple mudou a forma como consumimos música.
E este era, é bom recordar, um mercado perfeitamente maduro e dominado por grandes marcas (Sony, Poligram, ...).

O infográfico que aqui fica ilustra bem como os outros fabricantes de leitores de mp3 não tiveram qualquer hipótese nesta guerra e, por isso, continuam a anos luz da Apple.


 


E viva a revolução!

E você? Acha que alguma vez a Apple vai perder o controlo deste mercado? Alguma vez vai ter um concorrente à altura?
The iPod Revolution Fonte

segunda-feira, 10 de maio de 2010

E o iPad matou o netbook?

Se dúvidas houvesse quanto ao segmento de mercado em que a Apple queria entrar quando lançou o iPad, elas ficam esclarecidas no seguinte gráico:

As vendas de netbooks estavam em grande crescimento, muito grande crescimento, e o iPad veio acabar com esse crescimento. Em Abril venderam-se praticamente os mesmos aparelhos que em Abril de 2009. Estagnou!

Não é por acaso que todos os fabricantes de netbooks estão (à pressa) a desenvolver modelos de tablet PCs para concorrer com o iPad.

Descobriram agora que o mercado estava pronto para um aparelho que ficasse entre o laptop e o smartphone.
Um aparelho com um ecrán maior do que o dos telefones, mas com menos capacidades do que o computador portátil.

Descobriram agora, quando a Apple já leva umas centenas de milhares de aparelhos de avanço!

Repete-se a história do iPod (há 10 anos) e do iPhone (há 3 anos).

Porque acham que não aprendem?

quarta-feira, 5 de maio de 2010

jogos portáteis

No que respeita a opções, a Apple dá uma grande tareia à Sony e à Nintendo. Tem mais de 50 mil jogos à venda para o Phone, enquanto a Sony "só" oferece menos de 2500 títulos para a PSP e a Nintendo "pouco mais" de 4 mil para a DS.

Fonte: http://www.businessinsider.com/chart-of-the-day-game-and-entertainment-titles-for-iphone-nintendo-sony-2010-4?utm_source=Triggermail&utm_medium=email&utm_campaign=SAI_COTD_040910

No que respeita a preços dos jogos a diferença também é abismal (€0-5 para a Apple e €25 em diante para os outros).

Não admira que os concorrentes pareçam tão preocupados com a entrada da Apple no mercado dos jogos portáteis.

Não só evita ao consumidor ter de carregar com mais um aparelho, que só serve para jogar (casos da PSP e da DS), como oferece mais opções de jogos e mais baratos.

Alguém mais acha que os jogos portáteis não voltam a ser o que eram?

Como acham que a concorrência vai reagir? Será que a PSP vai permitir fazer chamadas?
E será que a Nokia já se arrependeu de ter descontinuado o nGage, que era telefone e também plataforma de jogos?

terça-feira, 4 de maio de 2010

Inovação e Marketing

Nada dura para sempre.

Nem as pessoas, nem os produtos, nem os mercados.

Por isso, a sobrevivência das organizações depende muitas vezes da sua capacidade para procurar ou inventar novos mercados e lançar novos produtos ou serviços.

Vejam-se estes dois exemplos.
1. A Apple era uma empresa que vendia computadores. Agora é uma empresa que até vende computadores, mas as suas receitas vêm principalmente de smartphones e, claro, do iPod.

2. Já a HP, era uma empresa que vendia impressoras. Agora é uma empresa de serviços, que também vende umas impressoras.

Ambas foram capazes de analisar, antecipar e até provocar mudanças no mercado.

Ambas foram capazes de criar novos produtos / serviços e lançá-los num mercado extremamente competitivo.

A inovação e o marketing são um caminho para o sucesso das empresas, se andarem de mãos dadas. Se forem geridos em conjunto.

Lembram-se de outros exemplos?

terça-feira, 13 de abril de 2010

Quem pára o iPhone?

E vai disparado, por aí acima!

Menos de 3 anos depois de ser introduzido num mercado então dominado pelos BalckBerry (RIM) e Palm (já nessa altura em queda), o iPhone ultrapassou já os 30% de quota de mercado e aproxima-se rapidamente do líder de mercado.

Fonte: http://www.businessinsider.com/chart-of-the-day-rim-vs-apple-vs-palm-2010-4?utm_source=Triggermail&utm_medium=email&utm_campaign=SAI_COTD_040110

Enquanto isso, a Palm (que se diz muitas vezes ter "inventado" o mercado dos smartphones), acaba de ser oficialmente colocada à venda, enquanto ainda vale alguma coisa, dirão as más línguas.

Quanto tempo demorará até que o iPhone seja líder deste mercado? Ainda este ano, ou só em 2011?

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Publicidade nos nossos dias

Como ninguém liga aos anúncios que passam nos intervalos dos programas de TV, as marcas procuram apostar no product placement, isto é, procuram que os seus produtos apareçam nos programas, seja como "adereços", seja como parte integrante do enredo.



A Apple fez isto com o iPad, na sitcom Modern Family. Foi um episódio inteiro à volta do aparelho.

Meteu o iPad no enredo (uma das personagens faz anos no dia do lançamento oficial e a mulher resolve oferecer-lhe um) e consegue que aquilo nem pareça publicidade.

Mas é!

Publicidade pura e dura.

Talvez mais eficaz, porque não dá para fazer zapping.

Acham que esta tendência na publicidade veio para ficar?
Deverá ter limites?

quinta-feira, 8 de abril de 2010

10 Milhões de iPads em 2010?


Depois de vender mais de 200 mil iPads no fim de semana de lançamento (o que supera o sucesso do iPhone), a Apple vê agora os analistas apontarem previsões de vendas em 2010 para uns impressionantes 10 milhões de unidades.
 Fonte: Expect to Ship 8-10 Million iPads in 2010


Boas notícias para a Apple, mas também para as fábricas chinesas que foram subcontratadas para tratar desse pormenor da produção.

As actividades que acrescentam valor são a I&D e o marketing, e essas a Apple não subcontrata.

Entretanto, milhares de empreas por esse mundo fora dedicam-se a desenvolver aplicações para o iPad. Já agora, convém que o aparelho sirva para coisas úteis...

quarta-feira, 31 de março de 2010

A Apple e o espaço de prateleira

A Apple lançou muitas e importantes inovações ao longo da última década, e também alterou a sua estratégia de distribuição.

Paulatinamente tem construído uma rede de lojas próprias nas principais cidades do mundo, sempre nos melhores locais comerciais de cada cidade.

Este estudo mostra que a sua quota do mercado dos PCs também cresceu significativamente, à medida que a marca ia conquistando mais e mais "espaço de prateleira", apesar dessas lojas venderem todos os produtos da marca e não apenas os Macs.


Será que este crescimento resulta da expansão da rede de lojas próprias, ou da melhoria no desempenho dos Macs?

O que acham?

5ª Avenida, Nova Iorque

Tóquio