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terça-feira, 21 de abril de 2009

marketing

É interessante discutir o papel que o marketing pode ter no processo de criação duma nova organização (empresa ou sem fins lucrativos).
É preciso saber muito de marketing para identificar ideias de negócio?
E para "vender o projecto" e angariar os recursos necessários à criação da organização, é preciso ser bom em marketing?
E para lançar a nova organização no mercado? Implantar uma nova marca?

Só é possível ser empreendedor a quem tiver conhecimentos mínimos de marketing (e, nos dias de hoje, de "comunicação digital")?

E os outros? Como fazem tantos empreendedores de sucesso que nunca tiveram formação em marketing?

quinta-feira, 16 de abril de 2009

oportunidades de negócio

Um dos assuntos que o livro aborda é a dificuldade de identificar e seleccionar ideias de negócio.
Depois também fala do processo de desenvolvimento dos projectos (com base na ideia seleccionada) e na fase de criação da empresa (ou outro tipo de organização) e seu lançamento no mercado.
No entanto, especificamente sobre este tema, podemos falar de modelos para procurar ideias de negócio, ou a sorte é tudo?
Já houve quem tentasse criar "bolsas de ideias", mas sem grande sucesso, no entanto, o que a investigação demonstra é que este processo é fortemente influenciado pelas redes sociais dos empreendedores, isto é, "diz-me com quem falas, dir-te-ei se identificas ideias de negócio e que tipo de ideias".
Como procurar ideias de negócio? Procurar no mercado ou nas novas tecnologias?

quarta-feira, 8 de abril de 2009

razões do insucesso

Medo de falhar, resistência à mudança, incapacidade colaborar com os outros, demasiado ego, dificuldade em lidar com a burocracia, falta de profissionalização da gestão, falta de gestores entre os fundadores das empresas,...
Tudo isto são razões para o falhanço de muitas startups.

No entanto, na minha opinião, a principal razão vem de mais atrás.

Os projectos dos empreendedores portugueses são muito "saloios"!

Ao longo da vida vi inúmeros projectos desenvolvidos com o objectivo de não requererem muito investimento, cortando nas ambições, deixando para "segundas fases" a internacionalização e até a cobertura de todo o território nacional.
O empreendedor português prefere ser 100% dono duma "xafarica" mínima, do que sócio minoritário duma grande empresa. Por isso, mais de 80% das empresas criadas nos centros de formalidades (IAPMEI) em Portugal, isto é, no maior mercado do mundo - UE - não pretende exportar nem estar presente noutros países.
Projectos saloios!
Tem que haver ambição nos projectos!
o tema está mais desenvolvido no meu mais recente livro!)