Os quase 400 participantes nos EGGPEL estão a chegar ao final destes dois dias de trabalho. Vieram de Portugal, Brasil, Espanha, França, Itália, Suíça, Roménia, México, ... 16 países.
Ouvido o Secretario Estado do Ambiente e Ordenamento do Território, entrámos nas ultimas sessões paralelas.
Sempre muito interesse, muita participação. Valeu a pena o muito trabalho que deu a organizar.
sexta-feira, 23 de março de 2012
quinta-feira, 22 de março de 2012
EGGPEL
Sessão de abertura dos EGGPEL.
Presidente Tribunal Contas, chefe gabinete secretario de estado, delegado geral da FNEGE e vereador Camara de Cascais.
Presidente Tribunal Contas, chefe gabinete secretario de estado, delegado geral da FNEGE e vereador Camara de Cascais.
quarta-feira, 21 de março de 2012
É prámanhã...
Citando o António Variações, "é prámanhã...".
Começa amanhã, 22 de Março de 2012, a primeira edição do Estados Gerais da Gestão nos Países de Expressão Latina (EGGPEL).
Decorre no Centro de Congressos do Estoril e vai envolver mais de 350 participantes de praticamente todos os países de expressão latina: Portugal, Brasil, Espanha, França, Itália, Roménia, Argentina, Chile, Perú, México,...
A iniciativa partiu do saudoso Júlio Dias, falecido no mês passado e vamos tentar que seja um evento à altura da sua memória.
Irei postando notícias, durante estes dias.
Site do congresso: www.eggpel.org
Começa amanhã, 22 de Março de 2012, a primeira edição do Estados Gerais da Gestão nos Países de Expressão Latina (EGGPEL).
Decorre no Centro de Congressos do Estoril e vai envolver mais de 350 participantes de praticamente todos os países de expressão latina: Portugal, Brasil, Espanha, França, Itália, Roménia, Argentina, Chile, Perú, México,...
A iniciativa partiu do saudoso Júlio Dias, falecido no mês passado e vamos tentar que seja um evento à altura da sua memória.
Irei postando notícias, durante estes dias.
Site do congresso: www.eggpel.org
sábado, 24 de dezembro de 2011
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
2 prendas de Natal, seguindo Bono Vox
"Não sei se alguma vez vos disse isto, mas um livro é o melhor presente que uma pessoa pode dar a outra." Bono Vox
Agora que vem aí o Natal:
Agora que vem aí o Natal:
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sexta-feira, 11 de novembro de 2011
O Tintin dos modelos de negócio
Este parece um livro de banda desenhada.
Não é!
É um livro de gestão, muito interessante e bem concebido.
É também muito original. Talvez demais!
Alexander
Osterwalder, Yves Pigneur
Dom Quixote
ISBN 9789722044974
Nº Páginas 288
Os autores propõem uma estrutura gráfica para analisar o modelo de negócios duma empresa e assim poder mais facilmente pensar em formas de inovar nesse aspecto.
Graficamente, os autores propõem analisar 8 aspectos do modelo de negócios da sua empresa:
2 - Negócios de cauda longa (Lego, Youtube,...)
3 - Plataformas multilaterais (eBay, Visa, Google,...)
4 - Free (Metro, Skype,...) e Freemium;
5 - Modelos de negócio abertos (P&G, Glaxo,...);
Por tudo isto, e por parecer um livro de banda desenhada, esta é uma leitura recomendada para quem se interessa por empreendedorismo.
Deixe aqui as suas impressões sobre o livro.
Livro sobre empreendedorismo: http://www.facebook.com/Empreendedorismo
Livro sobre Distribuição: http://www.facebook.com/Comercio.Distribuicao
Site pessoal: www.fernando-gaspar.com
Não é!
É um livro de gestão, muito interessante e bem concebido.
É também muito original. Talvez demais!
Dom Quixote
ISBN 9789722044974
Nº Páginas 288
Os autores propõem uma estrutura gráfica para analisar o modelo de negócios duma empresa e assim poder mais facilmente pensar em formas de inovar nesse aspecto.
Graficamente, os autores propõem analisar 8 aspectos do modelo de negócios da sua empresa:
- os segmentos de clientes (alvo);
- a proposta de valor da empresa;
- as relações com os clientes;
- os canais;
- os parceiros-chave;
- as actividades-chave;
- os recursos-chave;
- a estrutura de custos;
- os fluxos de rendimento.
Analisando estes elementos (uns têm mais a ver com a produção de valor e, portanto, eficácia, outros com a eficiência), podem-se tentar combinações inovadoras, para bater a concorrência.
Podem ainda definir-se alguns padrões, quando se analisam as empresas inovadoras:
1 - Desagregar negócios: negócios de relações com clientes, negócios de inovação de produtos, negócios de infra-estruturas (banca privada, telecomunicações móveis,...)2 - Negócios de cauda longa (Lego, Youtube,...)
3 - Plataformas multilaterais (eBay, Visa, Google,...)
4 - Free (Metro, Skype,...) e Freemium;
5 - Modelos de negócio abertos (P&G, Glaxo,...);
Por tudo isto, e por parecer um livro de banda desenhada, esta é uma leitura recomendada para quem se interessa por empreendedorismo.
Deixe aqui as suas impressões sobre o livro.
Livro sobre empreendedorismo: http://www.facebook.com/Empreendedorismo
Livro sobre Distribuição: http://www.facebook.com/Comercio.Distribuicao
Site pessoal: www.fernando-gaspar.com
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terça-feira, 1 de novembro de 2011
o segredo da autenticidade
A ideia principal deste livro é interessante: hoje em dia, às marcas não basta ter qualidade, não basta ser melhor que os outros, é preciso ser autêntico. The real thing.

O cliente começou por comprar o que estava disponível, depois passou a comprar o menor custo, a seguir entrou na era da qualidade e agora quer o que é autêntico.
Chegámos a um estado em que é possível qualificar, alterar e comercializar a realidade, como é exemplificado pelos programa de reality TV.
Assim, o livro propõe 3 axiomas da autenticidade:
1 - Se você é autêntico, então não precisa de dizer que é autêntico;
2 - Se você diz que é autêntico, então é melhor ser mesmo autêntico;
3 - É mais fácil ser autêntico se você não disser que é autêntico.
O problema de fundo é que o cliente quer as suas necessidades satisfeitas. Isto pode ser feito com matérias primas, produtos, serviços, experiências ou transformações.
As matérias primas podem ser mais autênticas se a empresa enfatizar a sua materialidade e procurar uma certa rusticidade. alimentos biológicos
Os produtos podem ser mais autênticos se parecerem antigos, restaurando o passado: chouriços "tradicionais".
Os serviços tornam-se mais autênticos se o prestador for franco e directo, se se concentrar na singularidade do cliente e se lhe dedicar tempo: médicos.
As experiências precisam evocar um tempo, ou um lugar e precisam de ser importantes e realistas para serem autênticas: jogos de vídeo como call of duty.
Finalmente, as transformações autênticas são as que se dirijem às aspirações dos clientes e adoptam a arte ou uma causa: Cirque du Soleil.
O que interessa realmente, para o sucesso duma marca, é a percepção de autenticidade. É o cliente quem determina o que é ou não autêntico.
O livro ainda fala da nova realidade do placemaking e da importância que já assume para muitas marcas: Legoland, Apple stores, ...
Curiosa ainda a forma como um livro sobre autenticidade aborda os fenómenos das falsificações e das imitações (são diferentes), no entanto, o ponto mais importante deste livro parece-me ser este:
Os verdadeiros proprietários das marcas são os clientes, não as empresas!
Concordam?
| Autor | James H. Gilmore e B. Joseph Pine II |
|---|---|
| Editora | Actual Editora |
| Colecção | Harvard |
| ISBN | 9789898101877 |
| Nº Páginas | 416 |
O cliente começou por comprar o que estava disponível, depois passou a comprar o menor custo, a seguir entrou na era da qualidade e agora quer o que é autêntico.
Chegámos a um estado em que é possível qualificar, alterar e comercializar a realidade, como é exemplificado pelos programa de reality TV.
Assim, o livro propõe 3 axiomas da autenticidade:
1 - Se você é autêntico, então não precisa de dizer que é autêntico;
2 - Se você diz que é autêntico, então é melhor ser mesmo autêntico;
3 - É mais fácil ser autêntico se você não disser que é autêntico.
O problema de fundo é que o cliente quer as suas necessidades satisfeitas. Isto pode ser feito com matérias primas, produtos, serviços, experiências ou transformações.
As matérias primas podem ser mais autênticas se a empresa enfatizar a sua materialidade e procurar uma certa rusticidade. alimentos biológicos
Os produtos podem ser mais autênticos se parecerem antigos, restaurando o passado: chouriços "tradicionais".
Os serviços tornam-se mais autênticos se o prestador for franco e directo, se se concentrar na singularidade do cliente e se lhe dedicar tempo: médicos.
As experiências precisam evocar um tempo, ou um lugar e precisam de ser importantes e realistas para serem autênticas: jogos de vídeo como call of duty.
Finalmente, as transformações autênticas são as que se dirijem às aspirações dos clientes e adoptam a arte ou uma causa: Cirque du Soleil.
O que interessa realmente, para o sucesso duma marca, é a percepção de autenticidade. É o cliente quem determina o que é ou não autêntico.
O livro ainda fala da nova realidade do placemaking e da importância que já assume para muitas marcas: Legoland, Apple stores, ...
Curiosa ainda a forma como um livro sobre autenticidade aborda os fenómenos das falsificações e das imitações (são diferentes), no entanto, o ponto mais importante deste livro parece-me ser este:
Os verdadeiros proprietários das marcas são os clientes, não as empresas!
Concordam?
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